Cristo pré-encarnado

A participação de Jesus nas páginas da Bíblia é evidentemente mais destacada em seus atos posteriores à encarnação: assumiu a natureza humana (Jo 1:14; Fp 2:6-8), morreu pelos nossos pecados (Jo 3:16), ressuscitou no terceiro dia e tomou seu lugar à direita de Deus (At 2:32-33), é mediador e intercede por nós no santuário celestial (1 Tm 2:5; Hb 9:24) e um dia retornará para concluir sua obra de redenção (Hb 9:28; Ap 1:7; 22:12).

No entanto, não podemos esquecer que Jesus é eterno e identificado como a segunda pessoa da Trindade: “O Filho existe porque o Pai existe, mas nunca houve um tempo em que o Pai ainda não tivesse gerado o Filho. […] Ele é a autoexpressão do Pai – do que o Pai tem a dizer –, e nunca houve um tempo em que esse dizer deixou de ocorrer” (LEWIS, 2017, p.226-227).

Como membro da Trindade e sempre existente, qual foi a sua contribuição antes da encarnação? Para além das profecias e anseios pela vinda do Messias, houve manifestações concretas de sua pessoa em eventos do Antigo Testamento? Caso sim, como Ele foi descrito nestas ocorrências? Com o auxílio da Bíblia e de uma análise cristológica do Antigo Testamento, este artigo se propõe a investigar tais questões.

A face do Deus invisível

Textos como João 1:1-3 e Hebreus 11:3 sintetizam a afirmação neotestamentária de que Jesus – identificado como a Palavra – existe desde o princípio, antes da fundação do mundo. Não apenas isso, destaca também sua participação como membro ativo na criação do universo. Veja:

“No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus. Aquele que é a Palavra estava com Deus no princípio. Todas as coisas foram feitas por intermédio dele; sem ele, nada do que existe teria sido feito” (Jo 1:1-3, NVI).

“Pela fé, entendemos que o universo foi formado pela palavra de Deus, de modo que aquilo que se vê não foi feito do que é visível” (Hb 11:3, NVI).

A parte final do texto de Hebreus destaca o fato de que a palavra de Deus, em seu sentido primário como um conjunto de sons, é invisível. Isto remete a uma característica muito forte de Deus que o contrasta em relação a qualquer outra divindade: ninguém jamais viu a Sua face (Jo 1:18; 6:46; 1 Jo 4:12). Paulo em sua primeira carta a Timóteo confirma esta perspectiva em textos como:

“Ao Rei eterno, imortal, invisível, o único Deus, sejam honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém” (1 Tm 1:17, NVI, grifo nosso).

“[…] Ele é o bendito e único Soberano, o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o único que é imortal e habita em luz inacessível, a quem ninguém viu nem pode ver. A ele sejam honra e poder para sempre. Amém” (1 Tm 6:15-16, NVI, grifo nosso).

Todavia, alguns personagens do texto bíblico nos revelam uma aparente contradição às afirmações de Paulo, pois em seus relatos são categóricos ao afirmar que viram a Deus. Moisés pediu ao Senhor para contemplar a Sua glória, e Ele concedeu parcialmente seu pedido (Êx 33:18-23); Jacó, após passar a noite lutando com um homem misterioso, constatou: “Vi Deus face a face; todavia, a minha vida foi poupada.” (Gn 32:30b, NVI); Manoá, após um encontro com o Anjo do Senhor, disse à sua mulher: “Sem dúvida, vamos morrer, pois vimos a Deus!” (Jz 13:22); Ezequiel, em visão, contemplou a glória de Deus em Seu trono (Ez 1:26-28); e Isaías, também em visão, afirmou claramente: “os meus olhos viram o Rei, o Senhor dos Exércitos!” (Is 6:5b, NVI).

Evidentemente, existe mais de uma resposta para resolver este dilema. Entre elas, a Bíblia de Estudo Thomas Nelson, no comentário sobre 1 Timóteo 6:16, diz que “as passagens bíblicas que falam de ver a Deus […] se referem a vislumbres preliminares de sua glória.” (2021, p. 2341), ou seja, em Suas aparições, Deus não se manifestou totalmente. Em concordância com esta linha de pensamento, mas dando um passo adiante, há um olhar cristológico sobre o Antigo Testamento que identifica estas aparições de Deus como manifestações do Cristo pré-encarnado. João 14:7-10 e Colossenses 1:15 trazem um vislumbre sobre esta perspectiva:

“Filipe disse: ― Senhor, mostra‑nos o Pai, e isso nos basta. Jesus respondeu: ― Você não me conhece, Filipe, mesmo depois de eu ter estado com vocês durante tanto tempo? Quem vê a mim vê o Pai. Como você pode dizer: ‘Mostra‑nos o Pai’?” (Jo 14:8-9, NVI, grifo nosso).

“Ele [Cristo] é a imagem do Deus invisível, o primogênito sobre toda a criação” (Cl 1:15, NVI, grifo nosso).

Não apenas João e Paulo identificam Jesus nesta categoria, o próprio Cristo o faz. Compare os versos a seguir:

“Moisés perguntou: ― Quando eu chegar diante dos israelitas e lhes disser: ‘O Deus dos seus antepassados me enviou a vocês’, e eles me perguntarem: ‘Qual é o nome dele?’, o que lhes direi? Deus disse a Moisés: ― Eu sou o que sou. É isto que você dirá aos israelitas: ‘Eu sou me enviou a vocês’” (Êx 3:13-14, NVI, grifo nosso).

“Os judeus lhe disseram: ― Você ainda não tem cinquenta anos e viu Abraão? Jesus respondeu: ― Em verdade lhes digo que, antes de Abraão nascer, Eu Sou! Então, pegaram pedras para apedrejá‑lo, mas Jesus escondeu‑se e saiu do templo” (Jo 8:57-59, NVI, grifo nosso).

A declaração de Jesus se destaca por dois motivos. Primeiro porque afirmou já existir antes mesmo de Abraão, segundo porque se identificou como o mesmo “Eu Sou” revelado a Moisés na sarça ardente – justamente por isso os judeus tentaram apedrejá-lo naquele instante. Em outro momento onde a incredulidade de seu povo se manifestou, João cita alguns textos do profeta Isaías e em seguida conclui: “Isaías disse isso porque viu a glória de Jesus e falou sobre ele” (Jo 12:41, NVI, grifo nosso). Ora, “quando Isaías viu o Senhor em Is 6:1-4, viu a glória do Cristo pré-encarnado, o qual é Deus” (Bíblia de estudos Thomas Nelson, 2021, p. 2071).

A Filipe foi revelado que Jesus é a imagem do Pai – o Deus invisível estava ao seu lado aquele tempo todo através do Filho – e os profetas Moisés e Isaías tiveram o privilégio de contemplá-lo muitos anos antes da encarnação. “Em João 8:58, Jesus declara: ‘Antes que Abraão existisse, EU SOU.’ Assim, Jesus e os autores do Novo Testamento reconhecem que Jesus aparece ao longo de todo o Antigo Testamento! Nesse sentido, todo o Antigo Testamento é uma revelação de Jesus, pois Ele é o Yahweh do Antigo Testamento” (DAVIDSON, 2021, p. 17, tradução nossa). A seguir, veremos algumas formas como Cristo é descrito neste período.

O Anjo do SENHOR

São diversos os momentos no Antigo Testamento onde um personagem denominado “Anjo do SENHOR” aparece. Ao se observar as dezenas de textos onde é mencionado, percebe-se que este não é qualquer anjo, pois se manifesta em momentos chave da história de Israel, demonstra grande poder e autoridade, e por fim, usa termos que denotam uma certa confusão sobre sua origem. Seria o Anjo do Senhor o Cristo pré-encarnado?

A palavra anjo “significa ‘mensageiro’, ‘núncio’, ‘embaixador’, na Escritura, i.e., alguém que não discursa em próprio nome, mas daquele que o enviou; sendo o mensageiro ‘do Senhor’, então, as suas palavras devem necessariamente refletir aquelas de Javé. Por outro lado, no Antigo Testamento, quando o Anjo do Senhor fala, a sua mensagem tem origem nele mesmo; não se verifica, por exemplo, a comum alocução profética ‘assim diz o Senhor’” (BREDA; RAYMANN, 2022, p. 123). Por vezes, esta figura se confunde com o próprio Deus, veja:

“O anjo do Senhor, porém, o chamou do céu: ― Abraão! Abraão! ― Sim, aqui estou — ele respondeu. ― Não estenda a sua mão contra o rapaz — disse o anjo. — Não lhe faça nada. Agora sei que você teme a Deus, porque não negou dar a mim o seu filho, o seu único filho” (Gn 22:11-12, NVI, grifo nosso).

“Então, Manoá perguntou ao anjo do Senhor: ― Qual é o teu nome, para que te prestemos homenagem quando se cumprir a tua palavra? O anjo do Senhor respondeu: ― Por que pergunta o meu nome? O meu nome é maravilhoso. […] Como o anjo do Senhor não voltou a se manifestar a Manoá e à sua mulher, Manoá percebeu que era o anjo do Senhor. Ele disse à mulher: ― Sem dúvida, vamos morrer, pois vimos Deus!” (Jz 13:17-18, 21-22, NVI, grifo nosso).

“Ali o anjo do Senhor lhe apareceu em uma chama de fogo que saía do meio de uma sarça. Moisés viu que, embora a sarça estivesse em chamas, não era consumida pelo fogo. Quando o Senhor viu que ele se aproximava para observar, Deus o chamou do meio da sarça: ― Moisés, Moisés! ― Aqui estou! — ele respondeu” (Êx 3:2, 4, NVI, grifo nosso).

Em Gênesis 22, o Anjo do Senhor fala de Deus como um terceiro, mas logo em seguida assume o cargo ao dizer “porque não negou dar a mim o seu filho”. Ora, foi Deus quem pediu Isaque em sacrifício (Gn 22:1-2); Já em Juízes 13, é um indivíduo, Manoá, quem associa a figura do Anjo a Deus ao afirmar “vamos morrer, pois vimos Deus!” depois de dialogar com o Anjo; e por fim, no episódio do chamado de Moisés o texto afirma que o Anjo do Senhor apareceu no meio da sarça ardente, figura esta que se revela posteriormente como sendo Deus. O texto de Êxodo 3 é particularmente uma peça-chave, pois associa na mesma descrição a figura do Anjo com o EU SOU, aquele que à luz de João 8:58, é Jesus Cristo. Esta conexão reforça a ideia de que nestas aparições, era o Cristo, imagem do Deus invisível, quem se manifestava. O mesmo Pai que enviou o Filho na encarnação (Jo 3:17, 5:37) também o enviara diversas vezes como seu Anjo (mensageiro) em sua pré-encarnação.

Cristo na figura do Anjo do Senhor se manifestava como homem (Jz 13:6, 8, 10-11), por vezes carregando uma espada e uma bainha (Nm 22:23; 1 Cr 21:16, 27), e em um único relato apareceu com um cajado (Jz 6:21). Era também glorioso, tal qual fogo consumidor (BREDA; RAYMANN, 2022, p. 138) e, como Anjo, provavelmente se portava com aspecto semelhante ao deles – o Salmo 104:4 e Hebreus 1:7 diz que os anjos são como vento e labareda de fogo. Note também que em diversos relatos, o fogo é uma presença regular perante Deus (Êx 3:2; 24:16-17; Lv 9:23-24; Jz 13:20; 2 Cr 7:3; Dn 3:25). Por fim, muito provavelmente a figura do Comandante do Exército do Senhor é uma variação desta manifestação devido às conexões com o relato de Êxodo 3 e as semelhanças com o Anjo do Senhor (compare Js 5:13-15; Êx 3:5).

Esta é, sem dúvidas, a forma mais recorrente da qual Cristo se manifestou no Antigo Testamento. Era uma das maneiras do Deus invisível se fazer presente entre os seus. Buscar imaginá-lo conforme este conjunto descritivo é um exercício que nos leva à contemplação de sua maravilhosa majestade e contínua presença. 

O Filho do Homem

Nos evangelhos, especialmente no livro de Mateus, Jesus se autodenomina como “filho do homem” diversas vezes (Mt 8:20; 9:6; Mc 2:28; 8:31; Lc 9:22; 19:10; Jo 9:35). O uso desta expressão não é inédito, mas sim uma referência a diversos textos do Antigo Testamento onde outros indivíduos foram também chamados desta forma, como por exemplo, o profeta Ezequiel (Ez 2:1-8) (HEISER, 2024, p. 292).

Sobre o possível significado desta expressão, “no que diz respeito aos estudos do Novo Testamento, a frase descritiva ‘Filho do Homem’ é intensamente debatida. Já que significa ‘um que é humano’ e o título se aplica a profetas do Antigo Testamento, muitos acadêmicos não veem nenhum mérito divino associado a tal título, o que deve ser o caso com a maioria das ocorrências descrevendo Jesus” (HEISER, 2024, p. 294). Desta forma, quando Jesus se coloca como “filho do homem”, o faz para frisar seu aspecto imanente. Ele é o Emanuel, o Deus conosco (Mt 1:23).

Entretanto, em Mateus 26:64 Jesus foge à regra ao utilizar esta expressão em um contexto transcendental, revelando todo o seu poder e majestade: “[…]  Mas eu digo a todos vocês: chegará o dia em que verão o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu” (Mt 26:64, NVI, grifo nosso). Este texto, que descreve sua segunda vinda, é uma referência explícita ao texto de Daniel 7:13-14 onde a figura de um Filho do homem diferente de qualquer outro se encontra com o Ancião de Dias no Céu para julgar os quatro reinos vistos por Daniel em visão:

“Na minha visão durante a noite, vi alguém semelhante a um filho de homem vindo com as nuvens dos céus. Ele se aproximou do Ancião de Dias e foi conduzido à sua presença. Ele recebeu autoridade, glória e o reino; todos os povos, nações e homens de todas as línguas o adoraram. O seu domínio é um domínio eterno, que não acabará, e o seu reino jamais será destruído” (Dn 7:13-14, NVI, grifo nosso).

Essa figura é interpretada no Novo Testamento, como visto em Mateus 26:64, como também em Atos 7:55-56 e Apocalipse 14:14, como uma referência direta a Cristo — ou seja, uma visão profética de sua realidade pré-existente e divina. O livro de Daniel nos apresenta a mais uma imagem de Cristo no Antigo Testamento. 

A Sabedoria de Deus

A expressão “imagem do Deus invisível” já destacada anteriormente é extraída do texto de Colossenses 1:15-20, que é visto por muitos como um poema ou um hino cristão primitivo que exalta a Cristo como criador e redentor de toda a criação (GORMAN, 2022, p. 718).

Segundo Gorman, “o pano de fundo principal desse poema é a tradição da Sabedoria, especialmente a convicção judaica de que ela desempenhou um papel na criação e desempenha (ou desempenhará) novamente um papel na recriação. Essa tradição atinge sua maior expressão no livro canônico de Provérbios e no deuterocanônico Sabedoria de Salomão” (2022, p. 718). Entre os textos de Sabedoria, talvez o que mais se destaca é o de Provérbios 8, onde esta persona é descrita como co-participante na criação do mundo. Observe: 

“O Senhor me criou [Ou me possuía] como o princípio do seu caminho, antes das suas obras mais antigas. Fui estabelecida desde a eternidade, desde o princípio, antes de existir a terra. […] Quando ele estabeleceu os céus, quando traçou o horizonte sobre a superfície do abismo, lá estava eu. Quando firmou as nuvens em cima e fixou as fontes do abismo; quando determinou os limites do mar para que as águas não violassem a sua ordem; quando marcou os limites dos alicerces da terra, eu estava sempre ao seu lado. Dia a dia eu me deleitava e me alegrava continuamente com a sua presença” (Pv 8:22-23, 27-30, NVI).

Os primeiros cristãos (Jo 1:1-3; Cl 1:15-20) identificaram esta Sabedoria com o Logos, ou seja, Cristo pré-existente. Alguns pais da igreja como Orígenes também fizeram esta relação (DAVIDSON, 2006, p. 34-35). Porém, interpretações recentes deixaram de identificar a sabedoria de Provérbios 8 diretamente ligada com Jesus. Um dos argumentos é o de que “a Sabedoria é representada como tendo um princípio (8:24), e por isso não é eterna. Ela também é representada tanto como um instrumento da criação (3:18-19) quanto estando presente na criação (8:30), mas ela nunca é representada na pessoa do Criador” (Bíblia Thomas Nelson p. 1132).

Independente se Provérbios 8 faz uma relação direta a Cristo ou apenas certas inferências, é evidente que há uma correlação entre a figura da Sabedoria e Jesus. “O NT manifesta o significado ético e teológico das instruções dentro de Provérbios através do ensino de Jesus. E as atividades de Deus dentro de Provérbios estão conectadas com Jesus, no NT” (Bíblia Thomas Nelson p. 1133). Portanto, seja qual for a linha teológica exposta aqui, de alguma maneira todas elas remetem à figura do Messias em diferentes níveis.

Conclusão

Vemos que a Bíblia, à luz de um espectro cristológico, nos aponta para Jesus antes mesmo do princípio. Por meios diversos, Ele revelou sua identidade divina: o Anjo do SENHOR, que torna visível a presença do Deus invisível; o Filho do Homem glorioso de Daniel, que antecipa sua autoridade eterna; e a figura da Sabedoria, que participa da obra criadora e da ordem moral do universo. Embora cada linha da teologia cristológica interprete essas manifestações com ênfases distintas, todas convergem para a compreensão de que o Filho já atuava como mediador entre Deus e a humanidade antes de sua encarnação.

Davidson sintetiza essa função da seguinte forma: “Enquanto a Pessoa que chamamos de Pai continuou a representar a natureza transcendente da Divindade, a Pessoa que conhecemos como o Filho condescendeu, em uma kenosis divina, para representar o aspecto imanente da divindade, aproximando-se de Sua criação, mediando entre o infinito e o finito, mesmo antes do pecado. Isso não é uma subordinação do Filho ao Pai, mas uma condescendência voluntária para ser colocado em um papel mediador, representando o amor divino de maneira imanente ao Seu universo habitado” (2006, p.54, tradução nossa).

Referências bibliográficas:
  1. BÍBLIA. Bíblia de estudo Thomas Nelson. 1. ed. São Paulo: Thomas Nelson Brasil, 2021.
  2. BREDA, A; RAYMANN, A. Cristo como mensageiro: identidade e teologia do Anjo do SENHOR. Igreja Luterana: revista de teologia do seminário concórdia, São Leopoldo, v. 83, n. 2, p. 121-149, 30 de nov. 2022.
  3. DAVIDSON, R. M. Christ in all Scripture: an Old Testament Perspective. Revista Kerygma, Engenheiro Coelho, v. 16, n. 1, p. 13-42, 1º sem. 2021.
  4. DAVIDSON, R. M. Proverbs 8 and the Place of Christ in the Trinity. Journal of the Adventist Theological Society, v. 17, n. 1, p. 33-54, 2006.
  5. GORMAN, M. J. O Apóstolo do Senhor crucificado: uma introdução teológica a Paulo e suas cartas. 1. ed. São Paulo: Hagnos, 2022.
  6. HEISER, M. S. O Mundo Invisível: recuperando a cosmovisão sobrenatural da Bíblia. 1. ed. Rio de Janeiro: LIVREPRESS, 2024.
  7. LEWIS, C. S. Cristianismo puro e simples. 1. ed. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2017.
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